
Santiago – Na semana passada, o nível da barragem estava em 7,12 metros. Na segunda, chegou a 7,2. E nesta quarta caiu para 6,94, conforme Lusardo Parizzi, gerente da Corsan. Seguindo sem chuva expressa, Lusardo acredita que até 20 de fevereiro o reservatório chegue ao nível considerado crítico, que é de 5 metros. Se isso ocorrer, a cidade poderá ter racionamento.
Se o nível seguir baixando, a Corsan estima que terá água para abastecer Santiago por, no máximo, 60 dias.

Nesta semana uma comitiva local vai a Porto Alegre reunir-se com a direção da Corsan. Nela, integrantes da Corsan de Santiago, o prefeito Tiago e outras lideranças do município que buscam um plano urgente para evitar prejuízos à comunidade.
Apelo à população
Economize água, não tome banhos demorados, não lave calçadas ou carros com água da torneira. No casso dos carros, os postos de lavagem reutilizam a água. A Prefeitura não pretende multar ninguém, pois ainda acredita na conscientização das pessoas quanto a importância da economia nesse delicado momento. Mas, se a estiagem persistir e a barragem seguir em declínio, desperdício de água podem começar a sofrer fiscalização com punição ao bolso do santiaguense.
Colaborou: Rafael Nemitz



