
Existe lei, multa, mas falta fiscalização
Na tentativa de diminuir os abandonos, foi aprovada uma lei municipal para cadastrar os animais e seus donos, mas não deu certo e a superlotação de cães e gatos em alguns bairros segue causando transtornos a pedestres, motociclistas e vizinhança. Como a responsabilidade desses animais abandonados fica com o município, a Prefeitura fez uma parceria com uma ONG de proteção e paga mensalmente para que os responsáveis façam o controle populacional dos animais abandonados.
E uma das providências da ONG foi distribuir pelos bairros casinhas de madeira, o que também não deu muito resultado. No bairro Padre Abraão, a vizinhança reclama que os animais que adotaram uma das casinhas passam fome e sede e que, às vezes, atacam ciclistas e motoqueiros. No bairro Jardim das Hortênsias, a moradora Carmem Dalenogare também reclamou que sofre com uma matilha de cães que se formou na sua rua. Além dos latidos durante o dia, as fezes e ataques são alguns dos problemas enfrentados por ela e demais moradores da rua Francisco Lovato.




