
O advogado e empresário de 53 anos assumirá o comando do Casa pelo biênio 2023-2025; Chico Alencar (PSOL) e Marcel van Hattem (NOVO) foram derrotados.
Com 464 votos, o deputado federal Arthur Lira (PP-AL) foi reeleito presidente da Câmara dos Deputados. A votação ocorreu no início da noite desta quarta-feira (1º) no plenário da Casa. Lira derrotou os deputados federais Chico Alencar (PSOL-RJ) e Marcel van Hattem (NOVO-RS), que fizeram 21 e 19 votos, respectivamente.
O advogado e empresário de 53 anos assumirá o comando do Casa pelo biênio 2023-2025.
Lira foi apoiado por um único bloco parlamentar reunindo 20 partidos, incluindo duas federações. Ele obteve a maior votação absoluta de um candidato à Presidência da Câmara nos últimos 50 anos. Antes do alagoano, só tiveram maior votação João Paulo Cunha (PT), em 2003, e Ibsen Pinheiro (PMDB), em 1991. Ambos obtiveram 434 votos.
O bloco que apoiou Arthur Lira reúne a Federação Brasil da Esperança (PT, do presidente Lula, PCdoB e PV) e o PL, do ex-presidente Bolsonaro.
Também integram o bloco: União Brasil, PP, MDB, PSD, Republicanos, Federação PSDB-Cidadania, Podemos, PSC, PDT, PSB, Avante, Solidariedade, Pros, Patriota e PTB.
Rodrigo Pacheco é reeleito presidente do Senado
O candidato derrotou o senador bolsonarista Rogério Marinho

Em votação no plenário do Senado, o senador e atual presidente Rodrigo Pacheco (PSD) foi reeleito para o cargo de presidente. Com 49 votos (8 a mais do que os 41 necessários), Pacheco derrotou o senador Rogério Marinho (PL), que fez 32 votos. O advogado de 46 anos assumirá o comando do Senado pelo biênio 2023-2025.
Pacheco tinha o apoio da maioria dos partidos e do presidente Lula. Marinho representava a ala bolsonarista, que está na oposição, e teve apoio de alguns dissidentes do bloco de Pacheco.
Anunciado o resultado, presidente reeleito agradeceu aos 49 votos. Ele prometeu “humildade, responsabilidade e comprometimento” e disse que buscará “desempenhar esse papel em obediência à Constituição Federal, às leis de nosso ordenamento jurídico e ao Regimento Interno desta Casa” (GZH)



