
A prisão ocorre em meio à crise aberta pela acusação do senador Marcos do Val (Podemos-ES), que afirma ter participado de reunião com o ex-presidente Bolsonaro e Silveira para se aliar a eles em um golpe de Estado. De acordo com o senador, a proposta teria sido apresentada pelo ex-deputado.
Silveira foi preso após o descumprimento de uma série de medidas cautelares, como o uso de tornozeleira e a proibição do uso de redes sociais. Na decisão, Moraes determinou ainda a busca e apreensão em imóveis e automóveis do ex-deputado, e o acesso e a análise de conteúdo em computadores, servidores, redes e dispositivos eletrônicos de Silveira, além da apreensão de dinheiro vivo.
O ministro Moraes expediu um ofício ao diretor-geral da Polícia Federal e ao comandante do Exército para a suspensão imediata do porte e registro de armas de fogo, além do cancelamento de todos os passaportes do ex-deputado. Na cadeia, Silveira também fica proibido de receber visitas, com exceção de seus advogados e de familiares.
O ex-deputado federal (PTB-RJ) ainda aguarda uma decisão sobre onde deverá cumprir a prisão preventiva imposta pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. Ele passou a noite no presídio na capital fluminense.



