
Enquanto praticava exercícios em uma academia em área nobre no Rio Grande do Norte, Wagner Wilian Domingues da Cruz, o Vavá, foi surpreendido e preso por policiais disfarçados. Ele é suspeito de envolvimento em homicídios, é apontado como um dos líderes de uma das organizações criminosas envolvidas na guerra do tráfico em Porto Alegre.
Nos últimos meses, a Polícia gaúcha monitorava seus passos. Desde agosto do ano passado, (ele que chegou a ser transferido para o sistema penitenciário federal) estava em liberdade.
Ainda não há definição se o investigado deve ser transferido até o Rio Grande do Sul ou se permanecerá preso no RN e será ouvido por meio de videoconferência.
Execução
Vavá é suspeito de envolvimento em homicídios e como uma das peças da guerra de facções. Um dos casos apurados, que resultou no mandado de prisão temporária, aconteceu em novembro do ano passado. Dez criminosos armados invadiram uma casa, renderam uma mulher e executaram um homem a tiros de fuzil.
Alianças dentro da cadeia
Após receber a liberdade, Vavá teria permanecido algum tempo no RS antes de rumar para o Nordeste. Ele teria costurado alianças dentro do sistema penitenciário federal com presos de outros grupos de fora do Estado. (GZH)



