
O crime foi fazer associação (sem provas) entre a vacinação contra a covid e o suposto desenvolvimento da Aids.
O documento foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes. Após fim do mandato, o inquérito poderá ser remetido para a primeira instância em razão do fim do foro privilegiado de Bolsonaro.
Em uma transmissão pelas redes sociais em outubro, o presidente disse que relatórios do governo do Reino Unido teriam mostrado que pessoas totalmente vacinadas contra a covid teriam desenvolvido Aids.
Na mesma transmissão ao vivo, Bolsonaro afirmou, citando um suposto estudo atribuído ao imunologista Anthony Fauci, que “a maioria das vítimas da gripe espanhola não morreu de gripe espanhola, mas de pneumonia bacteriana causada pelo uso de máscara”.
Além de Bolsonaro, a Polícia também atribui crimes ao ajudante de ordens presidencial, o tenente-coronel Mauro Cid, apontado como responsável pela produção do material divulgado na live. CNN



