
(Araponga) Este episódio estabelecido na URI em função da saída de um professor, mostrou um pessoal muito afoito da nossa sociedade que está em todas as partes. São aqueles destemidos e com alguma ideologia bolsonarista. Isso é fato. Pelo menos os que gritaram buraco por lá.
Ninguém está julgando. Estamos retratando uma realidade. Essa mesma realidade que deve permear as eleições vindouras em Santiago.
Um time mais radical bem à lá bolsonarista deve se reunir com Bianchini e companhia para sentar o ferro, principalmente nos progressistas que estão há anos de donos do poder. Embora os Progressistas também sejam apoiadores de Bolsonaro, raros deles são da ala radical.
Ao ex-deputado Bianchini (PL) somem-se pandilha de Marcelo Brum, Gildo Fortes… O Gildo (PL) que nesta semana foi bem esporeado pelo polaco Décio Loureiro (PP).
Também está por lá o jovem vereador Fernando Oliveira (PP) que está louco pra cair da boca do seu partido. Essa é a legítima piada do burro: “seu afrouxo, ele coloca maias; se eu aperto, ele não tira”. (sei que raros entendem essa)
A oposição em Santiago, que já é muito fraca e que só dá jeito nos “candidatos” na véspera da eleição, será que vai ficar olhando o tempo se armar ou vai tomar um rumo, somando-se aos radicais ou aos progressistas? Ou vai tentar navegar sólida no mar de tubarões?
Maquiavel dizia; faça acordos, faça parcerias. Se não puder fazer com o mais forte, faça com o mais fraco.
Não sei se eles não estudaram Maquiavel, nem sei quem vencerá as eleições, só sei que apenas não vai valer dedo no olho. E só não vê quem não quer que esse barulho visto na URI pode ser refletir em seguida. Se vão ter sucesso, aí são outros 500.



