
O governador Eduardo Leite anunciou, na manhã desta quarta (08), que vai cortar o ponto de professores da rede estadual que fizerem paralisações. “Paralisações que fizerem terão o ponto cortado. Minha disposição não é a de fazer composição sobre dias parados. Compreendo o desejo de salários maiores, mas preciso garantir o serviço da educação para crianças e jovens”, afirmou. As declarações foram dadas durante coletiva de imprensa que antecedeu a palestra de Leite na reunião-almoço “Tá na Mesa”, da Federasul.
As falas acontecem no contexto de divergência entre o governo e o Cpers. O sindicato, que representa professores e funcionários de escolas da rede estadual, rejeitou na semana passada a proposta de reajuste do Executivo, de 9,45%, protocolada na Assembleia Legislativa em 1° de março. O texto objetiva que os salários alcancem o piso nacional do magistério, reajustado pelo Ministério da Educação em janeiro.
A entidade pleiteia aumento de 14,95%, rejeição da parcela de irredutibilidade e inclusão de todos os funcionários de escolas e aposentados sem paridade. Leite argumentou nesta quarta que a categoria obteve “ganho salarial de 80% entre 2019 e o momento atual, frente a uma inflação de 29%”. (Correio do Povo)




Estão colhendo o que plantaram! 👏👏👏
Tá ruim??? MUDA DE EMPREGO… quem sabe aquele que é “só na folga”, aquele em que se corre atrás de um caminhão cheio de contaminações, fedendo e a sol a pino: eles não fazem todo o ano esse escândalo! Há muita discrepância nessa classe profissional (a do Magistério): há PROFESSORES e muitos professores; há professores violentos, acomodados, pedófilos, politiqueiros (há muitas reportagens que provam isso); desavenças internas graves entre os próprios professores; resultados MUITO insatisfatórios quanto à alfabetização de crianças e jovens (estamos ocupando um ranking bem comprometedor diante do Brasil inteiro!); MUITO discurso de vitimização; etc. por isso digo: LIMPEM A PRÓPRIA CASA PRIMEIRO, depois vão exigir aumento!!! Aliás, o salário nunca dá, mas alguém pensou que o professor conta com um cônjuge com salário também (pelo menos a maioria)???