Cada trabalhador ganhará cerca de 100 mil reais. O restante será para projetos sociais

Três vinícolas envolvidas em um caso de trabalho de escravidão em Bento Gonçalves concordaram em pagar 7 milhões, dos quais, 2 milhões serão repassados aos 207 trabalhadores resgatados. O restante será destinado a projetos sociais a serem definidos.
O dinheiro será pago em duas parcelas. A primeira, de 2 milhões, será dividida igualmente entre as vítimas.
O acordo também inclui 21 compromissos para aperfeiçoar a contratação e fiscalização dos prestadores de serviço na colheita da uva. O tratado tem a mesma força de uma decisão judicial e o descumprimento de cada cláusula pode gerar punição com multa de até 300 mil, cumulativas a cada constatação.
O Ministério Público do Trabalho também está negociando um acordo com a terceirizada contratada pelas vinícolas para agenciar o serviço dos trabalhadores.



