
Os advogados pedem que os itens (relógio, abotoaduras, anel, caneta e uma espécie de rosário) fiquem sob a guarda do TCU até que haja uma decisão final sobre o que fazer com as joias. A defesa disse que em nenhum momento Bolsonaro pretendeu lograr ou obter para si bens que pudessem ser públicos e afirma que ele está à disposição para comparecer de forma espontânea e prestar depoimento.



