O advogado Paulo Amador da Cunha Bueno entregou à Caixa o segundo conjunto de joias que foi recebido ilegalmente pelo ex-presidente Bolsonaro.

O estojo continha itens recebidos do governo da Arábia Saudita, trazido por meios irregulares ao Brasil, e valia R$ 400 mil.
O entendimento do TCU é que os ex-presidentes só podem ficar com lembranças de “caráter personalíssimo”, como roupas e perfumes.
O recibo indicando que Bolsonaro recebeu as joias de diamantes foi assinado pelo funcionário Rodrigo Carlos do Santos às 15 horas e 50 minutos do dia 29 de novembro de 2022, com a confirmação de que Bolsonaro as visualizou.
Bolsonaro requisitou as joias faltando um mês para o fim do mandato e para ele deixar o Brasil rumo aos Estados Unidos, onde se refugiou desde 30 de dezembro, quando perdeu a eleição para Luiz Inácio Lula da Silva.




