A área ocupada integra o patrimônio do governo federal desde 2016 e pertenceu a um grupo condenado em 2009 pelos crimes de exploração sexual e tráfico internacional de pessoas.

O Movimento dos Sem-Terra invadiu uma fazenda em Hidrolândia como parte da Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem-Terra. A invasão foi realizada por mulheres do movimento com a participação de 600 famílias.
A ocupação busca denunciar a violência contra mulheres no campo e reivindicar que a área seja destinada para o assentamento das famílias.
O MST também ocupou três fazendas da Suzano Papel e Celulose no sul da Bahia no início deste mês.
Uma CPI do MST foi instalada no Congresso Nacional em uma ação coordenada pela bancada ruralista.



