
O governo federal autorizou um aumento de até 5,6% nos preços dos medicamentos, dentro do previsto e igual à inflação acumulada. No entanto, nem todos os remédios ficarão mais caros e alguns podem subir mais do que o autorizado, já que este é o reajuste para o teto que pode ser cobrado.
A formação de preço depende do consumo e do endividamento das famílias. Existem diversas formas de conseguir descontos, como pesquisa, pedir na própria farmácia e consultar planos de saúde que tenham parcerias com redes de farmácias ou laboratórios.
Os genéricos e similares podem ser bons substitutos aos produtos de referência, mas é importante consultar o médico antes da troca. (Da coluna de Giane Guerra GZH)



