Segundo Isac, o benefício fiscal dado aos líderes evangélicos foi formalizado pelo Executivo, sem passar pelo Congresso; caso está no TCU.

O presidente do Sindifisco Nacional, Isac Falcão, acusa o governo de Jair Bolsonaro de implementar de forma ilegal uma regulamentação que ampliou a isenção fiscal de pastores evangélicos, prejudicando os cofres públicos.
Ele afirma que a interpretação da Receita Federal faz com que a aposentadoria de pastores que recebem altos valores de suas igrejas seja bancada pelos demais trabalhadores, de forma irregular.
Falcão também afirma que o ato não tramitou da forma correta na Receita Federal, extrapolando a competência da instituição e invadindo a competência legislativa e tributária dos auditores fiscais. O caso está sendo analisado pelo TCU.




