Ser policial
(por Anderson Bittencourt- assessor da Brigada)
Mais que simples designações dadas por dicionários de língua portuguesa, “policial” não é apenas aquele (a) que faz parte de corporação policial. São homens e mulheres que escolheram como profissão, defender a sociedade, mesmo com o risco de sua própria vida. Missão esta que se consolidou ao longo dos anos, ao ponto de não se imaginar, na atualidade, qualquer que seja a sociedade, mesmo que não democrática, sem as polícias, e por consequência sem seus representantes.
Apesar de incompreensões, o policial ainda serve como ponto de referência aos cidadãos, seja em um momento de desespero, seja como referência moral e de dignidade. Atividade que requer atenção, dedicação, responsabilidade, obediência às leis, e, sobretudo amor e respeito a farda ou uniforme que veste.
A missão constitucional dada às polícias ultrapassa a existência corpórea do texto legal, e atinge o íntimo de cada membro, das corporações. Uma missão árdua que exige determinação e muito zelo. E além de tudo disposição a fazer tudo àquilo que outras pessoas muitas vezes não seriam capazes de realizar. Tarefas por vezes consideradas impossíveis, mas que são materializadas nas mãos de um policial. Independente da corporação a que serve o ideal de justiça e retidão, é perene no cotidiano de cada um. Esforço que se reflete no sorriso ou no “muito obrigado” de um cidadão, que teve a atenção de um policial quando solicitado.
Enfim, muitos chamam de heróis, pacificadores, outros de guerreiros, porém o certo é que cada um em sua individualidade e em sua essência, constitui um ser sem igual, e juntos constituímos uma massa invencível disposta a garantir não somente a soberania estatal e a ordem pública, mas defender a vida de cada cidadão que deposita no policial e nas instituições toda sua confiança.


