A proposta do governador Eduardo Leite pretende ter cobrança pelos dependentes e aumento de 10% na coparticipação de exames e consultas

Hoje há um passivo (dívida) de R$ 250 milhões, montante que já vem sendo reduzido nos últimos anos. A proposta é de ampliar a negociação dos créditos a receber do IPE Saúde junto ao Estado.
O governo apresentou uma proposta para a reestruturação do IPE-Saúde, plano de saúde dos servidores estaduais. O projeto prevê um aumento na alíquota dos titulares do plano, de 3,1% para 3,6%, com variação de acordo com a idade do titular e a cobrança de um percentual pelos dependentes.
A coparticipação em exames e consultas passaria de 40% para 50%. A proposta quer garantir a sustentabilidade do plano e qualificar o atendimento aos segurados.
Os dependentes terão que pagar também – O Estado pretende estipular um percentual a partir do valor de referência do titular do plano, conforme a idade do dependente.
O projeto de lei deve ser encaminhado à Assembleia Legislativa na primeira semana de maio.

“Estabeleceríamos segundo essa proposta, uma tabela de referência de acordo com as faixas etárias limitada em 75% do valor que a gente apura pelos preços dos planos de saúde do mercado. Sobre esta tabela, o valor de 40% para os dependentes, sempre de acordo com a faixa etária. O que significa oferecer aos servidores e aos dependentes planos de saúde pelo valor de um terço do preço oferecido no mercado privado e aos dependentes abaixo de 23 anos algo em torno de 15% do valor de mercado. Com isso, pretendemos garantir a sustentabilidade do plano”, disse o governador.
O governo entende que, a partir desses conceitos, em sintonia com a lógica de cobrança dos sistemas de assistência à saúde em outros Estados, o reajuste financeiro significará uma melhoria na qualidade de atendimento aos segurados.





