De janeiro a março deste ano, 24 mulheres foram vítimas de feminicídio no RS, e apenas uma delas tinha medida protetiva.

No primeiro trimestre o Tribunal de Justiça do RS emitiu mais de 40 mil medidas protetivas, um aumento de 31,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em média, a cada hora, 18 mulheres protocolaram as medidas, aceitas pela Justiça.
Especialistas afirmam que a maior aplicação dessas medidas é essencial para evitar tragédias, já que de janeiro a março deste ano, 24 mulheres foram vítimas de feminicídio no RS, e apenas uma delas tinha medida protetiva.
Alterações na Lei Maria da Penha publicadas pelo governo federal visam conceder medidas protetivas de urgência a partir do depoimento da vítima, mesmo sem boletim de ocorrência ou inquérito policial.



