A partir do dia 15 de março os professores estaduais entram em greve por tempo indeterminado, tudo decidido em assembleia em Porto Alegre. Motivos não faltam; eles pedem o fim do parcelamento dos salários, o pagamento do 13º salário de 2016 e sem parcelamento; a reposição salarial sem alterações no plano de carreira de professores e funcionários, o pagamento do Piso Nacional do Magistério, de 2.298. Também são contra o “pacotaço” do governador Sartori (PMDB); a Reforma Trabalhista e da Previdência Social e do Ensino Médio


