
Assim como no caso das joias da Arábia Saudita, adulteração de carteira do SUS indica certeza de impunidade
Uma operação da Polícia Federal prendeu o coronel Mauro Cid e outras cinco pessoas ligadas ao ex-presidente Bolsonaro por falsificarem certificados de vacinação contra a covid.
Isso indica que estamos diante de um escândalo que pode ser chamado de “vacina-papel”.
Bolsonaro era crítico das vacinas e que não queria vacinar a filha Laura, 12 anos, o que dificultava sua entrada em outros países.
Como a falta de comprovante de vacinação impedia brasileiros de entrarem nos Estados Unidos e em outros países, o coronel Mauro Cid, faz-tudo da família Bolsonaro, teria resolvido o problema a seu modo, encontrando alguém que inserisse dados falsos no sistema do Ministério da Saúde, para garantir um certificado e enganar as autoridades.
Cid foi o responsável pela tentativa de resgatar as joias oferecidas pela Arábia Saudita à ex-primeira-dama Michelle, que foram apreendidas pela PF.
Vale lembrar que falsificação dos certificados de vacina é crime grave e uma ameaça à saúde pública.
(com dados da coluna de Rosane de Oliveira – GZH)



