
Investigação mostra diálogos de WhatsApp entre assessores do ex-presidente e aponta “associação criminosa”
A Polícia Federal investigou um suposto esquema de falsificação de vacinação contra a covid para Bolsonaro.
A Controladoria-Geral da União (CGU) afirmou que Bolsonaro não esteve no município de Duque de Caxias no dia em que teria tomado a primeira dose da vacina da Pfizer. A CGU também relatou que não há evidências de que Bolsonaro tenha tomado a segunda dose da vacina no município, embora conste em sua carteira de vacinação.
A Polícia Federal suspeita de que assessores de Bolsonaro teriam criado um cenário fictício de vacinação para permitir que ele viajasse aos Estados Unidos sem vacinação.
A Polícia Federal cumpriu 16 mandados de busca e seis de prisão preventiva contra o círculo íntimo de assessores de Bolsonaro. A investigação aponta que vários desses assessores teriam inserido dados falsos relativos à vacinação no sistema do SUS para obterem benefícios do certificado de vacinação sem se vacinarem.



