
Nem todas as formas de calvície são iguais e requerem a mesma abordagem terapêutica.
A forma mais comum de calvície em homens é a calvície androgenética, que está relacionada à predisposição genética e aos hormônios masculinos. Essa condição é responsável pelas famosas entradas e pela perda de cabelo no topo da cabeça em estágios mais avançados.
No entanto, existem outros tipos de calvície, como a alopecia areata, uma doença autoimune que provoca a perda de cabelo em áreas circulares no couro cabeludo e na barba. A alopecia fibrosante é outra forma em que processos inflamatórios resultam em cicatrizes nos folículos capilares, causando perda permanente de cabelo se não for tratada precocemente.
É importante considerar essas diferentes causas de calvície ao fazer um diagnóstico, pois isso influencia significativamente a escolha e o sucesso do tratamento.
Mesmo no caso da calvície androgenética, é necessário levar em conta as características individuais, como o padrão de perda capilar e o grau de acometimento. Existe uma escala específica, chamada escala de Hamilton-Norwood, que classifica a extensão da calvície, variando do grau 1, com entradas discretas, até o grau 7, com perda total de cabelo na parte superior do couro cabeludo.
Após um diagnóstico preciso e a determinação do padrão e grau de perda capilar, é possível escolher o tratamento adequado. Em alguns casos, o uso de loção de minoxidil pode ser eficaz. No entanto, é fundamental consultar um profissional médico para obter orientação específica e personalizada sobre o tratamento da calvície. (Revista veja)



