Ex-presidente foi alvo de operação da Polícia Federal, que apreendeu o seu telefone celular e prendeu seu ex-ajudante de ordens, Mauro Cid

O depoimento abordará os dados de imunização presentes no cartão de vacinação de Bolsonaro e de sua filha, assim como sua relação com seu ex-ajudante de ordens, Mauro Cid.
A Polícia Federal investiga a possível inserção de dados falsos de vacinação nos sistemas do Ministério da Saúde e apura crimes como inserção de informações falsas, corrupção de menores, infração de medida sanitária preventiva e associação criminosa. Jair Bolsonaro teve seu celular apreendido durante a operação, e Mauro Cid, seu ex-ajudante (preso).
Bolsonaro afirmou, em entrevista, que não foi vacinado contra a covid e negou ter feito qualquer alteração nos dados. O cartão de vacinação emitido no Palácio do Planalto, entretanto, indica que o ex-presidente deveria ter recebido três doses de vacina, sendo uma da Janssen e duas da Pfizer. A investigação afirma que Bolsonaro tinha conhecimento da inserção dos dados falsos tanto em seu nome quanto no de sua filha.
A investigação busca esclarecer os detalhes desse suposto esquema de fraude em cartão de vacina e a participação de Bolsonaro e outras pessoas envolvidas.



