O Ministério Público investiga oito denúncias de pedofilia envolvendo sacerdotes católicos, em um escândalo que abalou o país.

As denúncias surgiram após a divulgação do diário pessoal do sacerdote jesuíta Alfonso Pedrajas, falecido em 2009. Pedrajas teria cometido abusos sexuais principalmente na Escola João XXIII, em Cochabamba.
O Ministério Público recebeu denúncias em várias cidades bolivianas, e entre os denunciados estão outros padres espanhóis já falecidos, além de outros ainda vivos.
A Companhia de Jesus também está colaborando com as investigações.
Mais casos de abusos foram revelados, incluindo contra ex-jesuítas que foram formados por Pedrajas.
O presidente boliviano, Luis Arce, escreveu ao Papa Francisco solicitando acesso aos processos sobre pedofilia na Bolívia e expressou que seu governo busca um novo acordo de relacionamento com o Vaticano.
A Igreja e a Conferência Episcopal Boliviana condenaram os abusos e manifestaram solidariedade às vítimas.




