Empresa com 2.500 funcionários no RS e em SC pede falência e fecha as portas

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“Fizemos o que era humanamente possível fazer para garantir a continuidade da empresa”, diz um sócio do Grupo Mobra

A crise foi atribuída à concorrência desleal e aos impactos da pandemia, resultando em um endividamento insustentável.

A empresa, especializada em vigilância e serviços de facilities, enfrentou preços predatórios praticados por concorrentes, inviabilizando suas operações. Mesmo diante das dificuldades, a empresa fez esforços para garantir sua continuidade.

  • No entanto, em janeiro de 2023, começaram os atrasos nos pagamentos de salários e benefícios, o que levou à rescisão de contratos por parte de alguns clientes e à proibição de participação em licitações. Recentemente, a empresa quitou parte das dívidas trabalhistas e, por meio do pedido de autofalência, busca liquidar os demais débitos.

O processo está sendo conduzido pelo escritório MSC Advogados, e o sócio-administrador lamenta que, apesar dos esforços para preservar as atividades e os empregos, chegou-se a um ponto em que não era mais possível continuar. (NH)

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