
O retorno do cartel do petróleo, evidenciado pelo anúncio da Arábia Saudita e da OPEP de reduzir a oferta mundial de petróleo em 1 milhão de barris por dia, traz impactos diretos nos preços internacionais do petróleo e derivados. Essa dinâmica coloca o Brasil diante do desafio de construir uma nova estratégia de inserção no mercado global de óleo e gás, para evitar ser meramente afetado pelas turbulências de preços.
A falta de uma estratégia coloca o Brasil em uma posição vulnerável em meio aos movimentos do mercado internacional de petróleo e derivados.
A combinação de fatores geopolíticos, como a relação entre Arábia Saudita e Irã, indica uma possível mudança de ventos diplomáticos e políticos na região. Diante desses movimentos, é necessário revisar a política interna de preços dos derivados no Brasil, bem como estabelecer uma política estratégica assertiva para enfrentar a dependência de importações e fortalecer a segurança energética do país.
Fonte: Redebrasilatual.



