
O comandante da Força Aérea Brasileira (FAB), Tenente-Brigadeiro Do Ar Marcelo Kanitz Damasceno, assinou 22 portarias concedendo demissões desde março, enquanto no Exército foram 24 portarias.
Diversos fatores estão contribuindo para essa tendência, como baixos salários, falta de direitos adequados, métodos de avaliação de desempenho considerados obsoletos e subjetivos, além de uma percepção de “hereditariedade” nas Forças Armadas.
Médicos militares e oficiais graduados em instituições de prestígio, como a Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) e o Instituto Militar de Engenharia (IME), estão entre aqueles que solicitam demissão, citando alta carga de trabalho, interferência nos tratamentos médicos e a necessidade de aderir a práticas contrárias aos seus princípios como motivos para sua decisão.
Muitos planejam buscar oportunidades de carreira fora das Forças Armadas utilizando seus diplomas.
Fonte: Sociedade Militar



