Toropi- RS – Na festa Julina da EMEF Toropi, ocorrida no último dia 19/7, a mãe de um aluno autista foi convidada a se retirar da festa Julina pela coordenadora pedagógica, a qual teria se sentido incomodada, pensando que o aluno estivesse “sofrendo” com a situação da festa. O que de fato não aconteceu, pois a mãe do aluno (4 anos) estava presente e conhece muito bem seu filho, juntamente com os outros profissionais que atendem e auxiliam em sua aprendizagem.
No fato, a mãe do aluno e uma outra mãe ouviram ela se dirigir a uma outra professora e pedir para que a mãe levasse o filho embora. Sendo que esta fala ocorreu com diferentes pessoas.
Por todo ocorrido, a mãe do estudante sentiu-se impotente e sem reação, sem entender o motivo pelo qual deveria se retirar da festinha.
“Pessoas que deveriam estar preparadas e com um cargo tão importante na secretaria do município não deveria de maneira alguma agir assim, sem preparo e de forma excludente.
Não é possível que a rejeição à criança, por ele ser autista, tenha partido da educadora, pessoa que deveria preservar meu filho, como a qualquer criança. Como mãe, estou arrasada, não aceito que meu filho seja discriminado. Ele é uma criança inteligente, amorosa, alegre e a socialização e interação é seu direito”, desabafou.
O caso em Toropi do menino com TEA o que ocorreu é desumano, inaceitável a dor que a mãe sentiu é imensurável somente mãe e pai de pessoa com TEA sente e todo esse sofrimento por conta de uma pessoa que se diz profissional da educação (coordenadora pedagógica) é um fiasco sem noção do estrago que causou nessa mãe e nessa criança e se percebe que não exitou em fazer isso demonstrando frieza e que nunca buscou o conhecimento mínimo para a inclusão e respeito com a pessoa com TEA.
Essa coordenadora pedagógica tem que ao menos aprender e evoluir.