O jornalista RODRIGO LOPES, de GZH, menciona que o número de pedidos caiu pela metade em comparação aos primeiros seis meses do ano passado.
Essa redução pode ser atribuída às medidas mais restritivas adotadas pelo atual governo, especificamente através do primeiro decreto de Lula em 1º de janeiro de 2023. Esse decreto impôs a suspensão de novas licenças para caçadores, atiradores e colecionadores, bem como para clubes de tiro. Tais normas já geraram um impacto significativo nos números e foram uma preparação para a nova política de desarmamento, assinada em julho, que é ainda mais rigorosa.
- Os números nacionais também mostram uma redução mais ampla, de 60 mil para 11 mil pedidos de novos registros, ou seja, uma queda brutal de cinco vezes em relação ao ano anterior.
O tema do porte e posse de armas é polarizador, com defensores de restrições argumentando que menos armas em circulação reduzem o risco de violência e de armas chegarem às mãos de criminosos, enquanto aqueles a favor de maior liberação creem que armas nas mãos dos cidadãos inibem a ação de criminosos.



