A Corsan, agora sob controle privado da Aegea tem 5 mil e 500 funcionários. A nova controladora havia acertado uma estabilidade de 18 meses para os funcionários da antiga estatal, no qual, aqueles que saíssem receberiam os valores habituais de rescisão acrescidos de 18 salários, atualmente reduzidos para 17.
Aqueles que optaram por sair foram encorajados a colaborar com os colegas que permanecem, transmitindo suas atividades e conhecimentos.
A Corsan está em processo de comunicação interna para esclarecer os aspectos contábeis das rescisões e está tentando contratar equipes de operação específicas para manter o equilíbrio nos serviços, embora não destinadas a preencher as vagas deixadas pelos demissionários.
GZH



