Santiago – No programa “Terça da Educação”, a jornalista Sandra Siqueira entrevistou Marta Eliana Frohnhofer Zambeli, a atual diretora da escola municipal Geraldina Bittencourt Borges, uma instituição com 42 anos de existência. Com quase 20 anos dedicados à escola, Marta considera o local sua segunda-casa, já que também é professora na escola Thomás Fortes no turno da noite, totalizando uma carga horária semanal de impressionantes 60 horas. Haja fôlego, mas Marta é uma pessoa que consegue equilibrar muito bem o seu tempo em atividades de trabalho, família e lazer. Sua formação como professora de Matemática permite que ela enxergue cada coisa em seu lugar exato.
Uma grande família alemã
Nascida em Tupanciretã, Marta cresceu no interior com sua família, composta por 10 irmãos. Foi em casa que ela aprendeu, com os irmãos mais velhos que frequentavam a escola, a ler e escrever antes mesmo de iniciar os próprios estudos. Mais tarde, a família se mudou para Santiago quando seu pai vendeu suas propriedades.
Diretora apaixonada
Determinada a seguir uma carreira na educação, Marta estudou para se tornar professora de Matemática. Em 2001, após passar em um concurso público estadual, ela lecionou por alguns anos no interior de Unistalda. Dois anos depois, foi aprovada também para lecionar no município de Santiago, ingressando na rede municipal e assumindo aulas no Geraldina Borges. Ao longo dos anos, ela acumulou diversas experiências, desde a sala de aula até a supervisão, vice-direção e, atualmente, a direção da escola. Marta reconhece o quanto essa jornada tem sido enriquecedora para o seu desenvolvimento profissional.
Uma grande escola
Atualmente, o Geraldina Borges é a terceira escola com o maior número de alunos na rede municipal, e a diretora sonha com a sua expansão. Com entusiasmo, Marta compartilha que já teve acesso ao projeto de ampliação da escola no setor de Planejamento da Prefeitura. Está prevista a construção de quatro novas salas de aula em um segundo piso, além de outras reformas necessárias. No entanto, ela pede paciência à sua equipe de 30 professores e funcionários, pois as obras só ocorrerão após a conclusão de outros projetos em andamento, como na escola Manoel Abreu. O investimento previsto para a expansão do Geraldina Borges é estimado em cerca de R$ 1,5 milhão.



