Dos sete réus, apenas o santiaguense Igor Guedes de Freitas (24 anos) saiu absolvido. Ele, inclusive, foi o único que esperou o julgamento em liberdade. Os demais receberam as seguintes condenações pela morte de Daniela de Freitas Falcão e tentativa de execução se seu companheiro Douglas Monteiro (Dodô), em 30 de abril de 2021.
Marcos André da Fonseca Teles (30 anos), de Canoas: condenado a 33 anos, 2 meses e 11 dias em regime fechado por homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima); tentativa de homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima); posse de arma de fogo com numeração suprimida; posse de arma de fogo e de munições de uso permitido; e associação criminosa. Ele estava preso em Porto Alegre quando ordenou o crime.
Igor Thomaz Amaral Corrêa (27 anos), de Porto Alegre: 32 anos, 11 meses e 23 dias de prisão por homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima); tentativa de homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima); posse de arma de fogo com numeração suprimida; posse de arma de fogo e de munições de uso permitido; e associação criminosa.
João Vitor Pereira dos Santos (22 anos), de Alvorada: 22 anos e 22 dias de prisão por homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima); tentativa de homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima); posse de arma de fogo com numeração suprimida; posse de arma de fogo e de munições de uso permitido; e associação criminosa.
Paulo Roberto Peixoto de Lima (25 anos), de Encruzilhada do Sul: 30 anos, 5 meses e 13 dias de prisão por homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima); tentativa de homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima); posse de arma de fogo com numeração suprimida; posse de arma de fogo e de munições de uso permitido; e associação criminosa.
Rafael Guimarães Garcia (39 anos), de Porto Alegre: 16 anos, 4 meses e 19 dias de prisão por homicídio qualificado (motivo torpe); lesão corporal; posse de arma de fogo com numeração suprimida; posse de arma de fogo e de munições de uso permitido; e associação criminosa.
O santiaguense Matias Moreira da Cruz, de 21 anos, foi condenado a 16 anos, 1 mês e 18 dias de prisão por homicídio qualificado (motivo torpe); tentativa de homicídio qualificado (motivo torpe); posse de arma de fogo com numeração suprimida; posse de arma de fogo e de munições de uso permitido; e associação criminosa.



