A tese de que ninguém vai para a prisão no Brasil é equivocada. O cenário atual é de superlotação nas prisões e uma frequente discussão sobre a necessidade de construir mais presídios. Tornou-se comum a prisão por tráfico de drogas, com notícias de dezenas de prisões ocorrendo rotineiramente em todo o RS, Santa Catarina e por todo o Brasil.
Um exemplo disso é a recente operação em conjunto com o Ministério Público do RS e a Polícia Civil de Santa Catarina, denominada Operação Policial Turrim. Essa operação resultou na prisão de 53 pessoas, apreensão de 43 armas, bloqueio de 24 contas bancárias, e diversos outros itens como carros de luxo, drogas, munições e dinheiro.
A ação visava desarticular uma associação criminosa armada interestadual envolvida em tráfico de drogas, associação para o tráfico, associação criminosa armada, homicídios qualificados, porte ilegal de armas de fogo, posse irregular de armas de fogo e corrupção de menores.

Este caso demonstra que indivíduos estão sendo presos por diversos crimes. A prisão por tráfico, por exemplo, não apenas acontece frequentemente, mas também é alvo de ações amplas, resultando em prisões e apreensões significativas.
Portanto, a ideia de que ninguém é preso no Brasil não se sustenta diante das evidências de operações policiais.




