A contratação de 17 médicos substituirá os reguladores temporários e totalizará 6.120 horas mensais. O contrato será emergencial e deve ser encaminhado nos próximos dias.
O governo também adotou outras medidas, como a contratação de uma empresa de segurança para monitoramento com imagens, a suspensão de férias de médicos reguladores e o remanejo de profissionais para manter o atendimento eficiente.
- A farra nas escalas do Samu refere-se a uma série de revelações feitas pela RBS, que apontou problemas no cumprimento das cargas horárias de trabalho por parte de um grupo de médicos que atuam na central estadual do Samu, em Porto Alegre, a qual é responsável por atender ligações de 269 cidades no estado.
O foco dessas irregularidades está nos turnos da noite e da madrugada, quando os médicos deveriam trabalhar 12 horas, mas estavam atuando por um terço ou até menos.
O problema mais grave é que esses profissionais estavam recebendo salários integrais e registrando abonos falsos no relógio-ponto, ou seja, estavam sendo pagos como se estivessem trabalhando integralmente, quando na verdade não estavam.
Em resposta a essa situação escandalosa, o governo mandou abrir sindicância, afastou o diretor da Central de Regulação, Eduardo Elsade, e o coordenador do Samu estadual, Jimmy Luis Herrera Espinoza.



