(por Jairo Oliveira) – Não foi à toa que a cidade amanheceu com um ar de tristeza; nas primeiras horas da manhã fiquei sabendo da morte do seu João Moacir Lara de Carvalho, 77 anos.
Assíduo leitor do Expresso há vários anos, seu Moacir não era assinante, mas comprava o jornal todas as sextas nas bancas ou quando nos encontrávamos pelas ruas. Tentei fazer a assinatura certa vez, mas ele disse que preferia seguir assim, pois esse era um motivo para sair e conversar com as pessoas.
Seu Moacir deixa a companheira, três filhos e centenas de amigos. Eu posso bater no peito e dizer que sou um deles desde que cheguei em São Francisco. Descansa em paz, amigo velho e que o patrão lá das alturas lhe receba de braços abertos.



