Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro e considerado um aliado da família, afirmou à revista Veja que se sente abandonado pela família e pretende seguir uma carreira política independente; quer ser vereador na cidade do Rio em 2024.
Criticou a falta de apoio de Jair Bolsonaro durante sua campanha a deputado estadual em 2022 e afirmou que, se tivesse recebido esse apoio, poderia ter obtido sucesso.
Ele comparou a atitude de Bolsonaro com a do presidente Lula, que contou com o apoio de diversos políticos mesmo após acusações.
Ele ficou conhecido em 2018 após um relatório do Coaf apontar movimentações financeiras atípicas em sua conta bancária. O ex-policial militar também era motorista de Flávio Bolsonaro e seu nome foi envolvido nas rachadinhas em um repasse de um cheque destinado à primeira-dama Michelle Bolsonaro.
Ele foi preso em 2020, mas posteriormente foi beneficiado com prisão domiciliar.
O STJ decidiu que a investigação só poderá avançar com uma nova denúncia.



