Neste sábado, 7, Israel foi alvo de um ataque surpresa do movimento islâmico armado Hamas, marcado por bombardeios e ação de homens armados. O São mais de 40 mortos e 770 feridos.
Em resposta ao ataque, Israel anunciou o lançamento da operação “Espadas de Ferro” e declarou estado de guerra, afirmando que o inimigo enfrentará consequências severas. Diante da situação, Israel convocou um grande contingente de reservistas.
Um líder militar do Hamas afirmou que 5 mil foguetes foram lançados, resultando em sirenes de alerta de bombardeios em diversas regiões do país. O Exército israelense reportou o disparo de pelo menos 2 mil foguetes vindos da Faixa de Gaza até as 10h30, horário local.
Relatórios indicam danos a edifícios em Tel Aviv e outras cidades. Mohammad Deif, comandante do Hamas, descreveu o evento como “o dia da maior batalha para acabar com a última ocupação”.

- O exército informou que vários terroristas se infiltraram em território israelense a partir da Faixa de Gaza e pediu às pessoas que vivem próximas à região que permaneçam em suas casas.
A mídia palestina relatou que combatentes do Hamas fizeram prisioneiros israelenses, enquanto o grupo Jihad Islâmica Palestina anunciou que seus combatentes se juntariam ao Hamas no ataque.

A situação atual é uma escalada das tensões existentes, onde Israel mantém um bloqueio rigoroso contra a Faixa de Gaza desde 2007, quando o Hamas assumiu o controle total. Esta ação foi criticada por muitos como uma punição coletiva que prejudica a população palestina.
As tensões foram exacerbadas em setembro, quando Israel fechou a fronteira para trabalhadores palestinos por duas semanas, o que foi visto como uma punição coletiva que impactou negativamente milhares de trabalhadores palestinos.




