No domingo, 01, um assisense foi morto a facadas em frente ao bailão do bairro Ari Lopes. Antes de nos aprofundar, é bom dizer que o baile nem havia começado e nem começou. O local pertence a uma família e nada teve a ver com o episódio ocorrido na rua.
Tanto a vítima quanto o autor têm passagens pela polícia. A vítima, inclusive, esteve por um período em prisão domiciliar, que havia acabado um pouco antes desse final de semana. Já o outro, e que foi preso, já era fichado por lesão e homicídio, dentre outros. Certamente agora não sairá tão cedo da cadeia.
À boca pequena corre que havia algum resquício de caguetagem, o que teria aumentado a rixa entre os dois. Como o assassino certamente havia dormido de pés destapados, deve ter ido tirar a limpo alguma situação ocorrida no passado.
A polícia não dá mais detalhes e segue investigando, pois acredita que haja mais um envolvido nesse crime.
Antes de encerrarmos esta crônica, é bom dizer que fatos assim acabam manchando a imagem da cidade, cuja polícia há pouco tempo fez a maior prisão da história do município envolvendo tráfico de drogas. Naquela ocasião, mais de 50 pessoas foram presas. É lógico que a maioria responde em liberdade ao processo.
Só não se sabe como que uma cidade tão pequena pode ter tantos envolvidos em tráfico de drogas. Isso é sinal, aliás um mau sinal, de que grande parte da comunidade, principalmente os jovens, estão usando droga direto. Só não vê quem não quer.





