No terceiro processo, que foi julgado, as coligações do PT e PSOL questionaram uma reunião de Bolsonaro com governadores e cantores sertanejos para anunciar apoio político no segundo turno das eleições. O TSE entendeu que, apesar da natureza eleitoreira da reunião, não foi suficiente para caracterizar abuso de poder político.
Outras duas ações, movidas pelo PDT, tratavam de lives durante a campanha. Uma delas ocorreu na biblioteca do Palácio da Alvorada e serviu para apresentar propostas eleitorais e pedir votos a aliados políticos. A maioria dos ministros considerou que a conduta do ex-presidente não teve gravidade o suficiente para configurar abuso de poder político.
Além de Bolsonaro, o general Braga Netto, vice na chapa, também foi absolvido. O relator das ações, ministro Benedito Gonçalves, propôs a fixação de uma tese a ser aplicada a partir das eleições de 2024, mas o assunto ainda está em discussão no Tribunal.
(Conexão Política)



