A demissão em massa de funcionários dos supermercados Guasso e VIG, recentemente fechados, tornou-se um caso policial. Mais de 40 funcionários, representados pelo advogado Heitor Leal, registraram ocorrência). A maioria deles não recebeu os últimos salários e benefícios, e não há previsão de pagamento. O vale-convênio também foi cortado sem aviso prévio. Tal situação está levando muitos a enfrentarem problemas psicológicos.
A ocorrência foi registrada contra a Viana Participações Cia LTDA, a nova proprietária dos supermercados.
- Desde a compra dos supermercados por André Borges Viana, os estabelecimentos têm sido fechados sem reposição de mercadorias ou informações sobre futuras ações.
O setor humano dos supermercados não aceita os pedidos de demissão, alegando que a situação será resolvida.
A delegada Elisandra Mattoso Batista solicitou ao advogado a lista dos funcionários afetados para tomar providências. O caso será levado à Justiça do Trabalho, e Heitor Leal ressaltou que o número de funcionários prejudicados pode ser ainda maior.
Um representante de um frigorífico cobrou uma dívida de 2 milhões e 400 mil da gestão anterior, gerando conflito quando foi informado que não havia previsão de pagamento. A falta de produtos nos supermercados abertos ocorre devido à suspensão das vendas ao grupo santiaguense, devido a falta de pagamento aos fornecedores.
Até a semana passada, as empresas do grupo tinham mais de 1.400 protestos em Santiago e outras cidades onde possuem filiais, totalizando mais de 6 milhões de reais em protestos.
O NP aguarda um contraponto dos empresários envolvidos.
Colaboração: Rafael Nemitz.




