(por João Lemes) – O jornal Expresso de hoje traz uma matéria importante sobre a suposta crise na rede Guasso e nos mercados Vig em Santiago.
Antes de entrar no tema, digo que lamento que isso ocorreu, afinal, todos perdemos. Esperamos que ele consiga recuprerar alguns empregos pelo menos.
- Nesta semana, após registros policiais por parte dos funcionários que dizem não ter recebido seus direitos, o fundador Vander Guasso apareceu no seu canal de comunicação e afirmou que se trata de um golpe. VEJA AQUI
O Expresso sempre foi parceiro das ações de Vander Guasso; muitas vezes, ele concedeu entrevistas para nós. No entanto, hoje ele ignora nossos veículos de imprensa e deixa de responder à sociedade de Santiago.

Por que não procura os veículos com jornalistas que farão perguntas que exigem respostas, mesmo que ele possa não tê-las?
Dado que ele não está disposto a conceder entrevistas para nós, sinto-me na obrigação de fazê-las. E caso ele esteja disposto a responder, estou completamente à disposição. Vamos às perguntas:
- Senhor Vander, uma coisa é dar entrevista com o senhor mesmo fazendo as perguntas que deixou dito pra fazer. Outra é um jornalista perguntar o que o senhor não espera.
E mais: como o senhor vende e pega de volta? Como alguém compra para quebrar? Como entrega os mercados para uma nova administração, sem o pix entrar na sua conta?
Se era golpe, quanto tempo demorou pra descobrir? E nesse meio tempo?
E os golpistas, são puramente golpistas que moram escondidos, inlocalizáveis, como chegou a eles pra vender? Como encontrou eles antes e agora não? Como pegou os mercados de volta, se não eram mais dele?
Mais uma: sobre os FGTS; quanto tempo estão sem depósito?
Por fim, há indicativos de que a empresa que comprou o grupo não é de fora, mas de Santiago. E existe aqui desde o ano de 1999 quando foi fundada, inclusive com contatos e endereços bem conhecidos. O que faz com que mais questionamentos possam ser feitos. No entanto, o empresário não demonstrou boa vontade de falar com quem possa lhe perguntar coisas que não quer responder.
Aguardemos, pois…





