Fabrício Carpinejar diz que bobeou algumas vezes com “se ergues da justiça a clava forte”. Conta que demorou a constatar que “clava” existia, e era uma arma
O escritor reflete sobre sua geração e a relação com o Hino Nacional na infância. Lembra como costumavam fiscalizar se os jogadores de futebol eram verdadeiramente brasileiros de coração antes das partidas da Seleção.
Destaca que sua geração foi a última a incorporar o hino devido ao hábito de ouvi-lo todas as manhãs antes das aulas.
Admite que a letra do hino, escrita por Joaquim Osório Duque-Estrada, não é das mais fáceis de compreender e menciona algumas confusões que teve ao interpretar certas palavras.
Carpinejar enfatiza que não é vergonhoso não ter o hino decorado de imediato, e que o verdadeiro patriotismo vai além do mero ato de recitar a composição.
Para ele, o respeito, a obediência à lei e ordem, e o cuidado com o patrimônio público são indicativos de maior patriotismo do que a memorização do hino.




