Bolsonaristas rapidamente adaptaram suas narrativas após a vitória de Javier Milei nas eleições argentinas.
Antes da votação, já especulavam que uma possível derrota seria atribuída a fraude eleitoral, mas, diante do resultado favorável, alguns ainda insistem que a vitória de Milei ocorreu devido à expressiva quantidade de votos, minimizando o impacto de supostas fraudes.
Há também alegações infundadas de que fiscais da campanha de Milei foram responsáveis por conter tentativas de alterar os resultados. Essas alegações estão alinhadas à estratégia global da extrema direita de questionar a legitimidade de processos eleitorais, conforme observado nos casos de Trump nos EUA e Bolsonaro no Brasil.
A repercussão da vitória de Milei entre bolsonaristas, revela uma persistente narrativa de desconfiança no sistema eleitoral, mesmo sem evidências concretas de fraude.
A comparação entre Argentina, Brasil e EUA é frequente, destacando o uso estratégico de informações falsas para mobilizar apoiadores.
O pedido por voto impresso é reforçado, utilizando a vitória de Milei como suposto exemplo de como esse método seria mais confiável.




