O Congresso Nacional aprovou o orçamento de 2024 com um fundo eleitoral de 4 bilhões e 900 milhões para financiamento das eleições. Esse valor é semelhante ao aplicado na eleição presidencial de 2022 e mais que o dobro do utilizado na disputa municipal de 2020.
Na votação houve divergências entre o presidente da Câmara, Arthur Lira, e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Já o deputado Luis Carlos Motta retirou 4 bilhões das emendas de bancada estadual para assegurar o financiamento bilionário aos partidos.
O Orçamento de 2024 também inclui cortes de 7 bilhões no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e um volume recorde de emendas parlamentares, totalizando 53 bilhões.
Ainda mantém a meta de déficit fiscal zero e prevê um salário mínimo de pelo menos 1.412 em 2024, destinação de quase R$ 170 bilhões para o programa Bolsa Família, e alocação de recursos para diversos ministérios, incluindo Educação, Saúde, Meio Ambiente e Defesa.
O texto aguarda a sanção do presidente Lula.
GZH



