Embora a economia tenha apresentado resultados melhores do que o previsto, a aprovação do governo não reflete totalmente esses avanços devido à manutenção da polarização política e à demora para que os efeitos positivos sejam percebidos pela população.
Lula enfrentou críticas na política externa, especialmente em relação aos conflitos na Rússia-Ucrânia e Israel-Hamas. No entanto, teve êxito em iniciativas na área social e econômica, destacando a recriação do Bolsa Família e do Minha Casa, Minha Vida, além de ajustes no Ministério da Saúde e a retomada da política de reajuste real do salário mínimo.
Os dados econômicos revelam um crescimento do PIB em torno de 3%, inflação abaixo da meta e uma redução significativa no desemprego.
Apesar desses avanços, a aprovação do governo não acompanhou o otimismo da equipe de Lula, mantendo-se estável ou com ligeira queda na avaliação positiva, enquanto a avaliação negativa encerrou o ano próximo ou acima de 30%.
A persistente polarização política é apontada como um fator que prejudicou a imagem do presidente, mesmo diante de conquistas significativas. O governo planeja reduzir essa polarização ao longo do segundo ano do mandato, destacando melhorias contínuas nos indicadores econômicos e sociais.



