Cloroquina matou 17 mil pessoas na 1ª onda da covid, diz um estudo

Jair Bolsonaro com caixa de cloroquina durante Cerimônia de Posse de Eduardo Pazuello, Ministro da Saúde

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Os dados fazem parte da revista científica Biomedicine & Pharmacotherapy, em sua edição que vai circular em fevereiro.

A pesquisa foi realizada pelas universidades de Lyon, na França, e Quebec, no Canadá.

Os especialistas examinaram os dados de hospitalização em seis países, com pacientes que tinham sido expostos ao remédio.

O resultado foi um aumento do risco de morte, principalmente em razão de distúrbios do ritmo cardíaco.

Originalmente destinada a tratar malária, a cloroquina foi administrada inicialmente a pacientes da covid, “apesar da ausência de evidências de benefícios clínicos documentados”.

O estudo levanta preocupações sobre a promoção indiscriminada da cloroquina, que foi retirada dos protocolos em muitos países devido à falta de comprovação de eficácia e potenciais riscos.

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