Brasileiros têm retirado bilhões de reais da poupança pelo terceiro ano consecutivo, totalizando R$ 87 bilhões em saques somente em 2023. (Da coluna de GIANE GUERRA, de GZH)
As pessoas têm utilizado a poupança para quitar dívidas. Além disso, a taxa de juros, embora tenha diminuído com os cortes recentes do Banco Central, continua elevada, dificultando a organização das finanças familiares.
A alta taxa de juros também atrai investidores para opções de renda fixa mais rentáveis do que a poupança.
Para 2024, espera-se uma mudança nesse cenário, à medida que o endividamento e a inadimplência diminuem gradualmente.
O Banco Central continuará reduzindo a taxa de juros, prevendo encerrar o ano em 9%. A rentabilidade da poupança permanecerá a mesma, rendendo 0,5% ao mês mais a TR.
O retorno anual tem girado em 7%, sem cobrança de taxas ou incidência de Imposto de Renda.
Embora existam opções de investimentos conservadores com retornos melhores, a simplicidade da poupança ainda atrai os brasileiros. O Banco Central e o setor imobiliário expressam preocupação com esse movimento de saques da poupança.
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