Fiergs elogia a nova política industrial do país

A iniciativa, chamada Nova Indústria Brasil, disponibilizará 300 bilhões para financiamentos até 2026, com intenção de fortalecer a indústria nacional.

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A Fiergs aprovou a nova política industrial do Brasil, anunciada pelo governo federal, alinhada aos objetivos do setor industrial do RS.

Gilberto Porcello Petry, presidente da Fiergs, apontou a importância do reconhecimento do papel da indústria pelo governo e mencionou o impacto positivo esperado em áreas como agricultura de precisão e tecnologia da informação.

  • Petry planeja acompanhar de perto a implementação das medidas para evitar repetir falhas anteriores. A Fiergs analisará os detalhes do plano para propor ajustes, atuando em conjunto com a CNI, que participa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial.

A gestão dos recursos ficará a cargo de instituições como BNDES, Finep e Embrapii, com estratégias específicas para fomentar a indústria brasileira.

A Nova Indústria Brasil tem metas ambiciosas em vários setores, como agroindústria, saúde, infraestrutura urbana, transformação digital e defesa nacional.

Objetivos incluem a mecanização da agricultura familiar, aumento da produção nacional de medicamentos e equipamentos médicos, a melhora da infraestrutura urbana, a digitalização da indústria…

O programa também visa à descarbonização e à bioeconomia, buscando ampliar o uso de biocombustíveis e reduzir a emissão de carbono.

Operação Capa Dura – A Polícia iniciou a operação Capa Dura para investigar fraudes em licitações e associação criminosa na Secretaria da Educação. Quatro sofreram prisão temporária.

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Outros 36 mandados de busca se cumpriram em cinco estados, resultando na apreensão de celulares, eletrônicos, documentos, veículos e no bloqueio de imóveis.

Oito pessoas foram afastadas de cargos públicos e empresas proibidas de contratar com o governo.

A operação foca em cinco compras feitas por adesão à ata de registro de preço, evitando licitações próprias.

Essas compras somaram 544 mil livros por 34 milhões. E muitos foram encontrados em condições impróprias para uso nas escolas.

A série de reportagens do GDI sugeriu que as compras seguiram orçamentos prévios de duas empresas, sem o devido planejamento. Termos de referência baseavam-se nas propostas destas empresas, indicando direcionamento na escolha.

A investigação também toca em práticas de “vantajosidade” questionáveis, com orçamentos de empresas ligadas a representantes comerciais e proprietários das fornecedoras de livros.

Por fim, o contexto das compras revela uma tentativa da prefeitura de Porto Alegre de cumprir o mínimo constitucional de investimento em educação, utilizando um decreto para acelerar as compras após não conseguir atingir a meta em 2021.

Com a revogação do decreto e a demissão da ex-secretária Sônia da Rosa, a Secretaria fechou o ano com 11 compras por “carona”, totalizando R$ 73,5 milhões, enquanto mais de 500 mil livros tinham erros de conteúdo. (GZH)

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