Em Santa Catarina, um casal que iniciou o processo de adoção e depois desistiu terá que pagar terapia para as duas crianças envolvidas.
As crianças, de quatro e oito anos, foram devolvidas ao acolhimento após mais de quatro meses vivendo com a nova família, devido ao comportamento de um dos menores.
A decisão judicial liminar exige que o casal custeie dez sessões de acompanhamento psicológico especializado para cada criança.
O Ministério Público moveu a ação após a desistência do casal, alegando que o comportamento problemático de uma das crianças, como recusa em ir ao médico e em fazer tarefas escolares, tornaria a adoção insustentável.
Apesar de acompanhamento e orientações profissionais, o casal manteve sua decisão, resultando na revogação da guarda e retorno das crianças à instituição de acolhimento.
Leia também: Proprietária de hospedagem pet em SC é presa por maus-tratos a cães
SAIBA DE TUDO ANTES



