Em uma reunião de 5 de julho de 2022, o ex-presidente Bolsonaro acusou o ministro Alexandre de Moraes de receber US$ 50 milhões para fraudar a eleição de 2022.
As declarações foram feitas em uma gravação encontrada em um computador apreendido pela Polícia Federal com um ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, cel Mauro Cid.
Bolsonaro admitiu não ter provas concretas dos pagamentos, mas sugeriu que algo suspeito estava acontecendo nos bastidores.
O sigilo do vídeo foi suspenso por Moraes, e a gravação serviu como base para uma operação da Polícia Federal contra Bolsonaro, membros de seu governo e aliados.
A investigação alega que o vídeo é evidência de uma tentativa de golpe para manter Bolsonaro na Presidência.
A defesa do ex-presidente nega as acusações. A operação foi autorizada por Moraes, que mencionou uma suposta minuta que previa a prisão dele, do ministro Gilmar Mendes e do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.
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