Marco Aurélio Figueiredo disse:
Olá Márcio, tudo bem? Há quase quatro anos saí de Santiago, transferido pelo Exército, para morar em Curitiba. Aqui o estacionamento rotativo funciona muito bem. É utilizado um cartão, tipo raspadinha, onde o usuário marca o data e hora do início da utilização, colocando-o no painel do carro, de forma visível aos fiscais da prefeitura.
Cada cartão é válido por uma hora ( R$ 1,00) e cada local tem um tempo máximo de permanência ( de uma à três horas). Caso o tempo do cartão seja excedido, o usuário recebe uma notificação, e tem cinco dias úteis para comparecer a um posto da prefeitura onde paga uma taxa de R$ 10,00. Caso não compareça a notificação e transformada em multa de trânsito.
Assim acabam os “donos” das vagas e possibilita a todos a oportunidade de sair de casa encontrar uma vaga próxima ao local de destino. Aqueles que trabalham próximos aos locais de estacinamento pago sempre reclamam, pois não conseguem estacionar em frente ao trabalho. No caso de Santiago, creio que estas vagas estariam restritas a poucas quadras ao redor do centro.
Eles teriam que andar duas ou três quadras somente e escapar do pagamento diário. No sistema atual de Santiago (sem estacionamento rotativo) só uma pequena parcela da população é beneficiada (aqueles que trabalham no centro). O estacionamento rotativo iria benefiar todo o restante da população.